quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Liberte-se.

Não leve tão a sério o que os outros pensam, querem ou falam.
Não deixe que a opinião dos outros regule a sua vida.
Respeite a sua própria opinião e não viva em função daquilo que os outros esperam que você seja ou faça.
Não seja uma marionete da vontade dos outros.
Não viva em função dos outros.
Não queira parecer, aparecer ou transparecer em detrimento do simplesmente ser o que você é.
Não fique obcecado com o que os outros pensam ou podem pensar.
Viva mais a sua vida e seja autônomo nas idéias e vontades.
Você fica sempre perguntando a opinião dos outros?
Você se preocupa muito com o que os outros pensam?
Corte os cordões da marionete – se liberte.
Sei que não é fácil – fico imaginando uma marionete cortando os próprios condões e sair caminhando sem ajuda ou condução.
Mas acredite, muita gente vive assim desnecessariamente, e isso tem solução.
Algumas recomendações de como desenvolver a sua autonomia, e com o tempo ser capaz de cortar os cordões:
-Aprenda e desenvolva a sua própria opinião sobre tudo. Alivie a coceira da baixa auto-estima de perguntar tudo a todos. Respeite a sua própria opinião.
-Resolva algumas coisas e tome a decisão sozinha, sem perguntar a ninguém. Isso nem sempre é bom, mas nesse caso é um bom exercício.
-Faça algo que vá de encontro à opinião de outras pessoas – se alguém falou que a roupa é feia, use-a. É também um exercício de afirmação.
-Valorize as suas habilidades e talentos, mostre sem inibição.
No fundo, isso é baixa auto-estima, e todas as receitas para se valorizar e respeitar a si próprio irão funcionar muito bem.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Sobre os desafios da vida.

Hoje é um daqueles dias difíceis, dia que dá medo(isso mesmo, medo!) até de sair da cama. Mas não difícil por causa de problemas (apesar deles existirem aos bocados). Difícil, porque hoje é um dia cheio de desafios. Que são mais desafiantes do que o normal. Sorrisos... Mas escolhi atravessá-los, porque eu sei que a graça da vida está em "romper barreiras", e chegar no final com a sensação do dever cumprido. Hoje agradeço pelos desafios a mim impostos.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não se contamine.

Nessa mania de-cada-vez-mais as pessoas desejarem ser melhores que as outras, a qualquer custo, tenho sentindo-me sufocada. Sufocada porque a sociedade "impõem" parâmetros absurdos que se você não o segue você fica de fora. Você precisa –aparentar- ter algo, status, sorrir o tempo topo, senão você não é bem vindo. Você não tem o direito de ficar triste, tem que ser feliz o tempo todo, mesmo que por dentro não seja tão verdade assim, mas quem se importa? Até onde minha mente alcança, nunca conheci ninguém isento de tristezas, mas este não é ponto. Então sigamos. Em uma sociedade onde o ter é mais importante que o ser, eu prefiro-me “retirar” pra dentro do que tentar ser algo do que não sou, mas antes que você me critique, cabe esclarecer que eu não estou dizendo que isolar-se é a solução. Mas confesso que já usei como recurso algumas vezes. Bom, mas e eu? O que eu sou? É uma pergunta importante a se fazer, partindo do princípio que muitas vezes apenas julgamos e esquecemo-nos de nos analisar. Minha intenção não é apontar erros, mas entender por qual motivo as pessoas agem de determinadas formas em detrimento de outras, mas quanto mais eu penso, menos eu consigo entender o que leva as pessoas a descartarem seres humanos como se fossem coisas, por simples vaidade. Olho para o céu e peço forças, forças não para ser igual, ou melhor, mas forças apenas para esperar e acreditar que ainda existem pessoas boas neste mundo (e existem!) e valorizar estas. E sobre aquelas que não nos valorizam -sei que é difícil- mas AME-AS.

Sobre desistir.

Às vezes dá vontade de desistir, mas ai eu lembro que os vencedores não desistem. Então eu paro, respiro, tomo uma água e prossigo. Acho que isso também é viver.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Hoje eu só quero dizer: Muito obrigada, meu Deus.

Ultimamente tenho refletido muito sobre minha existência, parei algumas vezes para pensar o quanto desperdiçamos o nosso maior presente: A VIDA! Ficamos tanto tempo reclamando do que nos falta, que esquecemos de agradecer o que já temos. Ao olhar para o lado (digo para os problemas alheios), sinto um enorme sentimento de gratidão por tudo que Deus me proporciona, e não quero que essas alegrias sejam apenas minhas. Quero espalhar. Quero fazer outros sentirem essa imensa gratidão de estar vivo, e dizer-lhes o quanto é maravilhoso ser grato (a). A gratidão é um sentimento que nos transforma. Hoje sei do que preciso, primeiramente preciso exclusivamente ser de Deus (Dono de tudo), segundo preciso de saúde e vigor, porque o resto a gente corre atrás.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014