sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não se contamine.

Nessa mania de-cada-vez-mais as pessoas desejarem ser melhores que as outras, a qualquer custo, tenho sentindo-me sufocada. Sufocada porque a sociedade "impõem" parâmetros absurdos que se você não o segue você fica de fora. Você precisa –aparentar- ter algo, status, sorrir o tempo topo, senão você não é bem vindo. Você não tem o direito de ficar triste, tem que ser feliz o tempo todo, mesmo que por dentro não seja tão verdade assim, mas quem se importa? Até onde minha mente alcança, nunca conheci ninguém isento de tristezas, mas este não é ponto. Então sigamos. Em uma sociedade onde o ter é mais importante que o ser, eu prefiro-me “retirar” pra dentro do que tentar ser algo do que não sou, mas antes que você me critique, cabe esclarecer que eu não estou dizendo que isolar-se é a solução. Mas confesso que já usei como recurso algumas vezes. Bom, mas e eu? O que eu sou? É uma pergunta importante a se fazer, partindo do princípio que muitas vezes apenas julgamos e esquecemo-nos de nos analisar. Minha intenção não é apontar erros, mas entender por qual motivo as pessoas agem de determinadas formas em detrimento de outras, mas quanto mais eu penso, menos eu consigo entender o que leva as pessoas a descartarem seres humanos como se fossem coisas, por simples vaidade. Olho para o céu e peço forças, forças não para ser igual, ou melhor, mas forças apenas para esperar e acreditar que ainda existem pessoas boas neste mundo (e existem!) e valorizar estas. E sobre aquelas que não nos valorizam -sei que é difícil- mas AME-AS.

2 comentários:

  1. Pura verdade! Que possamos seguir sem nos contaminar com os venenos que a sociedade nos impõe. bjs

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